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ENERGIA EÓLICA


A produção de energia eólica no Brasil ainda é tímida. Mas tem tudo para decolar
Em breve, o Brasil poderá ter a maior usina eólica do mundo. Só não se sabe ainda se ela estará no Rio Grande do Sul, no Ceará ou se os parques dos dois estados vão disputar megawatt por megawatt o título de maior produtor de energia limpa do país. E a expectativa de projetos desse tipo não fi ca restrita aos gaúchos e cearenses. Há também iniciativas pipocando em Santa Catarina,no Rio Grande do Norte, na Paraíba e em outros cantos do Nordeste e do Sul.

Apesar de projetos como esses, considerando o total de energia produzida no país, ainda somos nanicos. Se comparado com os Estados Unidos, que têm capacidade instalada de 25 170 MW e com a China, que gera 12 210 MW de energia eólica por ano, o Brasil produz míseros 420 MW. Mas o papel dos cataventos ecológicos aqui é diferente. Ao contrário das nações que buscam saídas para a dependência de fontes esgotáveis e poluentes, o Brasil tem uma vasta capacidade de abastecimento proveniente das usinas hidrelétricas, naturalmente renováveis e com menor impacto ambiental. Assim, as usinas eólicas não chegam com papel de salvadoras da pátria, mas como uma alternativa estratégica.
“Sempre foi dito que os recursos hídricos são ilimitados, mas o considerável aumento do consumo energético no Centro-Sul do país tem mudado esse conceito”, diz Pedro Perrelli, diretor-executivo da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). É nesse ponto que as ventanias podem soprar a favor do Brasil. Historicamente, os períodos com menos chuva são os mesmos em que o país tem mais vento. Surge assim a palavra-chave da energia eólica no Brasil: complementariedade.
Devido as suas características geográficas, o país tem espaço para projetos de todos os tamanhos, servindo estados inteiros ou apenas um parque industrial ou uma fábrica. No parque eólico de Osório, no Rio Grande do Sul, que tem potência instalada de 150 MW e é considerado o maior da América Latina, a meta do governo é usar o local para a geração de energia e priorizar o uso da água para a irrigação e outras atividades. Se confirmada, a duplicação da potência do parque vai gerar energia equivalente ao consumo anual de 1,3 milhão de residências.

Como Funciona a energia Eólica



Para Búzios seria perfeito, alem da energia solar que neste balneário é constante, temos vento
em abundância aqui. A luz da Ampla aqui é caríssima e sofrível. Essa alternativa vem muito a calhar.
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BIKEBOY OU MOTOBOY?


Há alguns anos, cidades como São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre e Rio de Janeiro já possuem uma alternativa às poluentes e barulhentas motocicletas. São os bikeboys, profissionais capacitados em serviços de busca e entrega que, em vez das tradicionais motos, vão de bicicleta.

O serviço funciona da mesma maneira; o cliente liga para a empresa e solicita o serviço e o bikeboy pega sua magrela e seu capacete e sai para fazer as entregas. As vantagens: serviço mais barato, em tempo igual ou até inferior ao da motocicleta, menos trânsito, menos consumo de combustíveis fósseis, mais saúde para os entregadores e, claro, poluição zero.
Algumas empresas de entrega já trabalham com as duas opções. Os motoboys continuam fazendo as entregas que exigem longos deslocamentos, já para entregas pelas redondezas, os convocados são os ciclistas.

Velocidade

Quem usa o sistema garante que os bikeboys fazem as entregas em tempo igual e até menor que os motoboys. Em entrevista ao Zero Hora, o coordenador de marketing da empresa de entrega Bike Courier, José Leite Neto, explicou como isso acontece: “como o ciclista não precisa parar apenas em lugares apropriados, como o motoboy, e pode pegar atalhos por vielas mais estreitas, não é raro a entrega ser feita em menos tempo”.
Ele ainda conta que esse fator torna as entregas mais baratas. “O valor cobrado tende a ser menor, uma vez que o serviço é cobrado por distância e não por hora”, informou. A diferença pode chegar a 30% entre os dois tipos de serviço.
Treinamento
 
Os ciclistas são treinados e aprendem a se locomover com segurança em meio ao caos do trânsito das cidades, respeitando os pedestres e dando prioridade a carros e ônibus para evitar acidentes. Tanto cuidado não é para menos. Cidades grandes, como São Paulo, possuem poucos quilômetros de ciclovia enquanto os bikeboys chegam a pedalar mais de 100 km por dia.

Meio ambiente

Pouca gente sabe, mas as motocicletas são doze vezes mais poluentes que os carros. Enquanto um carro zero a gasolina lança no ar 0,4 gramas de monóxido de carbono por quilômetro rodado, uma moto nova emite 6 gramas na mesma distância. Apesar da aparência inofensiva, as motos poluem mais até que os ônibus.
Uma pesquisa realizada pelo Programas de Controle da do Ar por Veículos Automotores (PROCONVE, para automóveis, e PROMOT, para motocicletas) mostrou que uma moto emite mais monóxido de carbono e hidrocarbonetos que um ônibus. Isso em valores absolutos, ou seja, se dividirmos os valores pelo número de ocupantes de cada veículo essa diferença será ainda mais destoantes.

Aqui m Búzios, um balneário pequeno e" tranquilo ", os bikeboys são uma saída barata, sem contar
em época de temporada, com a cidade lotada e engarrafamento na única avenida principal
( Av. José Bento Ribeiro Dantas ) e vias alternativas.

Alô prefeito, cadê nossa ciclovia?

A Lagoa de Geribá que tambem possui um pôr do sol lindissimo necessita de uma ciclovia, fora as áreas de entorno que são logradouros públicos onde podem ser feitso parque de esportes
e brinquedos para as crianças. Hoje a maior parte servem para deposito de entulho e lixo ou invasões fora da lei enfeiando nossa cidade.
Tratar dessas coisas, realmente, é ter uma conduta ecologicamente correta.
Búzios ainda não possui um serviço de motoboys. Você empreendedor que gostaria de investir na cidade, esta é uma boa oportunidade para investimento em serviços, serviços esses que carecem na cidade
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SURF, GERIBA, HISTORIA E SUSTENTABILIDADE

Por Túlio Mourão



Vavá era um bom surfista amador da década perdida. Jamais fui amigo dele, mas tínhamos ondas em comum.

Certo dia, quando eu corria para um surfe no fim de tarde na praia de Geribá, em Búzios, vi o cara andando na areia com um saco de lixo na mão. Sem prancha.

Fiquei instigado com aquela cena. Apurei com amigos em comum, e descobri que, em pleno fim dos anos 80, quando ninguém falava a palavra sustentabilidade, ele resolvera catar o lixo dos porcalhões que sujavam a areia da praia.


Seu alvo era o pequeno resíduo, aquele que os garis não conseguem limpar, mas que podem tornar a areia um ambiente inóspito.

Era a primeira vez na vida que eu via uma ação voluntária, direta e sem intermediários, de construção de um mundo melhor, sendo empreendida por um surfista.


Aquela cena me ajudou a perceber a importância dos surfistas nas questões ambientais da costa brasileira.

Corta para janeiro de 2012. Lembrei de Vavá ao chegar em Búzios com as crianças. A impressão, ao chegar em Geribá, é que seriam necessários muitos caras como ele para mudar a percepção da importância de um ambiente limpo e equilibrado.

A areia estava repleta de guimbas de cigarro, tampas de pet, espetos de churrasco, papel de bala e outros itens. Bastava andar um pouco mais para ver cafonas conjuntos de ombrelone e cadeiras de praia. Quem quisesse usá-los, teria que pagar a módica quantia de R$ 30. Tudo isso autorizado pelo prefeito, segundo os autônomos que exploram o pedaço.


Fui a Búzios atrás de um pedaço da adolescência e presenciei um mar de pequenos resíduos e o loteamento criminoso de espaço público. Isso apenas na faixa de areia.

Não consigo culpar a massa de turistas que invade os balneários. Eles não foram educados para fazer diferente, não seguem regras porque elas não existem ou são frouxas.

Nos tempos de repórter setorista de meio ambiente, cansei de fazer reportagens em Búzios sobre ocupações de topos de morro, de encostas acima de 45 graus ou até de unidades de conservação de proteção integral. Algumas praias – poucas, por sorte – já sofriam os efeitos do velho conceito de progresso, reinante no século XX: crescer a qualquer custo.

Em outras palavras: o poder público tem parte importante nos problemas de Búzios.

Saí de lá com a certeza de que os surfistas podem fazer mais. Somos abençoados pela vocação de descobrir paraísos. Abrimos as primeiras trilhas de balneários hoje presentes em guias internacionais de turismo, como Itacaré, Guarda do Embaú e Búzios (muito antes de Brigitte Bardot). Como descobridores, temos vários direitos, mas também alguns deveres.

A maior parte das praias de Búzios ainda está conservada, apesar da ocupação desordenada. Itacaré sofre, mas resiste ao turismo predatório. A Guarda do Embaú virou alvo da cobiça de especuladores imobiliários, mas a praia e a boca do rio ainda estão lá, intactas.

Ainda há muito o que proteger. Há esforços pontuais, como o de Vavá, desde os anos 80, e o de João Malavolta, que hoje toca a ONG Ecosurfi. Mas estou certo de que podemos ser mais efetivos, cada um na sua seara, sem sair da especialidade, e todos juntos na luta pela sobrevivência dos paradisíacos balneários brasileiros.
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HOTEL PARA BALADEIROS - NOVO CONCEITO DE HOSPEDAGEM EM BUZIOS

Empresário traz para Búzios conceito de Party Hotel Boutique


Uma das áreas comuns do BC Hotel
(fotos: bchotel.com.br)


 
O empresário e dono do clube Pachá em Búzios (RJ), Mario Bulhões, inaugurou recentemente, na mesma região da boate, um hotel boutique com conceitos fora do usual. O BC Hotel é um empreendimento voltado para o mesmo perfil de público que frequenta a "balada" - de origem espanhola e famosa por ter ramificações em diversos países. No local - onde antes funcionava o Praia Brava Hotel, apenas maiores de 18 anos são bem vindos e o café da manhã pode ser degustado até as 18h.
 
Com diárias entre R$ 500 e R$ 1 mil, os hóspedes terão acesso, 24h por dia, durante todos os dias do ano, a ambientes embalados pela música eletrônica. Para que isso seja possível, DJs da própria Pachá farão uma programação para ambientes comuns do hotel, como lounges, piscina e restaurantes.
 
A piscina, onde festas são realizadas ao som de música eletrônica
 
 
Além dos serviços comuns em hotéis de luxo em regiões litorâneas -como lancha, iate e heliponto, o BC Hotel tem, entre os 34 apartamentos, quartos temáticos com nomes de vodcas, festas na piscina com camarotes e vista para a praia. Com isso é possível imaginar por que crianças e adolescentes não podem se hospedar no local.
 
Link do site do empreendimento Boutique Club Hotel
 
 
 
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E O VERAO EM BUZIOS COMEÇA FERVENDO DE IRREGULARIDADES

Voltando ao Blog depois de mais de um mês inativo, voltamos com dois burburinhos de irregularidades administrativas. Fico imaginando até o final do verão o que mais vai acontecer.

O primeiro babado é o Camelódromo na Orla Bardot.


Começou aos poucos e em apenas três meses, toma conta da Orla Bardot da casa do Bob Sampaio até a Igreja de Santa Ana.
A prefeitura jura que fez choque de ordem, avisou quem não trabalha com artesanato que será retirado e as mercadorias apreendidas e que manterá apenas os artesãos.
E já não temos uma feira na praça Santos Dumont? E esta mesma já não deveria ter sido transferida para o Mercado do Artesão ( projeto do Zanine ) na Estrada da Usina que não ficou pronta porque a prefeitura recebeu o dinheiro da Caixa Economica, não usou e teve de devolver?
É uma beleza de Administração Pública. Haja competência...

E agora babado 2:

Imoboliaria lança empreendimento em área de reserva na Praia Gorda. TOTALMENTE ILEGAL.:















Creio que a Secretaria de Meio Ambiente e Pesca juntamente com a Prefeitura de Búzios esqueceram que existe Lei de Uso do Solo e Plano Diretor nesta cidade.

Observem o video da incorporadora, eles mesmos dizem que é no meio de uma reserva:



O empreendimento consta de casas geminadas de duas e tres unidades. ( Agora pode? ). E logo depois de tombarem o Mangue de Pedra exatamente nesta região, o prefeito e seu secretario de planejamento VENDEM a área sem consulta pública. A que ponto nós chegamos. Veja esta postagem de 25 de ourubro de 2011 que fala da importancia que o Mangue de Pedra tem para a cidade ( fingimento heim? )
VI CAMINHADA NA NATUREZA - Mangue de Pedra- Búzios/Rasa
 E como sempre, não vai adiantar conversa com a administração pública, o negócio é meter no Ministério Público Federal.

E essa gente diz que ama Búzios...

Informações sobre o Mangue de Pedra no site Destino Búzios
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© 2009 | Anjo Vadio em Búzios | Modificado por Marcia Bispo