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A INCOMPETÊNCIA DO SISTEMA DE SAUDE DE BUZIOS I

Parece Novela Mexicana, mas não é...

ACIDENTE PARTE 1

Queridos anjos, dia 17 de fevereiro de 2011 entre 12:00h e 12:15h sofri um acidente de moto no cruzamento da Rua Vieira Câmara com a Rua da Pousada Telhado Verde. Neste local já houveram acidentes similares, mas não vem agora ao caso o acidente em si. Vou relatar a partir do socorro que a senhora Mara me prestou, muito atensiosa e gentil. Esta senhora levou-me ao Hospital Rodolfo Perissé para que eu tivesse pronto atendimento de urgência. Chegando lá, diriji-me ao balcão de atendimento onde fui atendida após uma pequena fila de 2 pessoas. Dando meus dados e o ocorrido,  relatando que estava com dor. ( eu estava com meu lado esquerdo todo escoriado, pulso inchado e com um dos dedos dos pés visivelmente quebrado ou luxado ). Não demorou muito fui chamada pelo médico ortopedista que se encontrava no local, sem jaleco, sem identificação. Ao entrar na sala, ele sentado estava e sentado continuou, olhando para a mesa perguntou-me o que aconteceu, informei-lhe que tinha tido uma queda de moto. Mas vejam bem, eu em pé estava e em pé continuava... Essa pessoa que se diz médico, ainda sequer tinha olhado para mim, quando então informei-lhe que acreditava que meu dedo tinha quebrado, levantando a perna com muita dificuldade, pois meu joelho esquerdo estava muito dolorido, todo escoriado e inchado, mas esse que se diz médico ortopedista pediu para ver o dedo, não quis saber do meu joelho. Mostrei-lhe o dedo já totalmente inchado e dolorido e o pulso inchado, ele inclinou-se rapidamente e imediatamente mandou-me para o raio X , Segui com dificuldade, mancando até a esta sala, fui rapidamente atendida. Desse momento retornei à sala onde esse médico não se encontrava. Tirei meu celular da bolsa e vi a hora, eram exatamente 13:05h. 

Pois pasmem, esperei sentada com dor no corredor em frente a sala 40 minutos.
Esse senhor saiu e esqueceu de mim ali, e quando voltou teve o displante de falar: " desculpe, esqueci de voce " enquanto eu não conseguia esquecer a minha dor. Ele olhou rapidamente a radiografia, disse que o dedo estava fraturado e mandou-me para a enfermaria tomar uma injeção para dor e depois fazer a imobilização, alertando-me que ao final de 7 dias eu deveria encaminhar-me à Policlinica para a troca da mesma. Injeção tomada, parto para a sala de imobilização, Havia uma enfermeira, essa de jaleco, mas tambem sem identificação. Sentei na maca para o procedimento, ela pega a radiografia, a olha contra a luz e me pergunta: " O médico puxou para colocar no lugar? " E eu respondi: " Não " a partir daí já comecei a ficar com um certo temor, mas fragilizada e com dor eu não tinha condições de raciocinio lógico. Essa enfermeira sem identificação, mesmo sabendo que o procedimento era errôneo, continuou com o mesmo. Pasmem, no meio da imobilização, entra essa pessoa que se diz médico sala a dentro com duas pessoas ( um casal ) a mulher chorava muito, percebia-se visivelmente que era de dor, simplesmente, começou a acelerar o procedimento que esta enfermeira estava fazendo em meu dedo, praticamente me expulsando da sala. Tive de sair pulando com o chinelo na mão. O carniceiro se chama ERNANI LACERDA NASCIMENTO CRM 52.58799-5. E pasmem, meus ferimentos sequer foram tocados, higienizados ou esterelizados, tive de fazer isso ao chegar em casa.
Veja caro leitor, isso não é somente uma historinha, é um alerta para você morador e turista de Búzios. Ao necessitar de pronto atendimento de urgência, caso for esta criatura ao lhe atender e tiver condições CORRA para Cabo Frio!!!

Leiam o próximo post ACIDENTE PARTE 2



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